Mostrando postagens com marcador Brasil Brasileiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil Brasileiro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Brasil 2012

Em outubro partimos rumo ao paìs tropical e, depois de 3 anos na saudade eu revi minha familia, amigos e minha adorada cidade brasileira! Os programas foram bem residenciais, visitas na casa de amigas, parentes, passeios nos pontos turisticos e de fàcil acesso, cafezinhos com a melhor companhia do mundo, minha mae, crianças sendo paparicadissimas pelos tios e tias , escolinha de futebol pro moleque, sessao de cabelo e maquiagem entre cunhadas para a mamae aqui e muito vestidinho para nossa boneca cor de rosa, rs!Ah, nao podia faltar a melhor caipirinha do Brasil, preparada pelo meu pai para meu italiano! 
Frutas tropicais, sol, caminhadas a beira do mar, piscina, salao de beleza, janela aberta e por que nao ,baratas voadoras pela casa, fizeram parte do nosso dia a dia brasileiro! E, para variar, tudo passou rapido demais, com sensaçao de que poderia ainda ter feito mais ou falado mais ou ainda visto mais pessoas! Acontece, SEMPRE acontece! Uma das coisas que lembrei esses dias foi de procurar o livro "Pequeno Principe" para trazer para meus filhos; nao que eu nao encontro por aqui, claro e muitos mas estao em italiano e seria mais gostoso em portugues, naturalmente! 
Ah, sim, falando em linguas: Matteo aprendeu em cerca de 10 dias o portugues que aqui demorou 4 anos para aprender! Desembuchou, desinibiu e agora continua aqui na Italia falando, SOMENTE COMIGO, em portugues! No inicio foi complicado para ele, enrolava, nao entendia, errava, mas nada como um dia apòs o outro! Falando em "inicio", as crianças estranharam os primeiros dias, o Matteo na primeira noite chorou querendo voltar para dormir no seu quartinho, na Italia. Conversei bastante, preparei a caminha e dessa primeira noite em diante nunca mais se lamentou! Analuisa demorou mais, quase 10 dias, para se soltar, para ir no colo das pessoas, mesmo as mais presentes ela demorou, mas também, depois se adaptou e virou sem vergonha, rs. Criança é assim, se adapta rapidinho! 
No aeroporto eu me virei com o sling levando Analu  como se fosse um cachorrinho.Muitos olhares eram lançados para mim, como se eu fosse criminosa rss, mas foi òtimo jà que nao havia levado carrinho e por exemplo,no retorno a companhia aerea nao tinha carrinho para nos oferecer, entao è bastante complicado! Optei por nao levar carrinho, contando com a companhia aerea e me arrependi pois nao è sempre, principalmente em SP que eles tem disponivel e faz uma falta danada, porque sabia que na minha cidade teria o carrinho da minha sobrinha e seria uma bagagem a menos nas maos...mas da pròxima vez, se ainda usar carrinho, levarei o meu sem falta, fica a dica! Se bem que Matteo nao usa carrinho desde os 2 anos e meio..vamos ver como serà com a Analuisa!
Falando nela e no aviao...ui! As pessoas olhavam feio para nòs pois Analuisa è ligada nos 1000 e nao pàrava quieta, jà o Matteo um mocinho, super tranquilo, comportado vendo filmes e comendo na hora de comer, se distraindo com a lousa magica(super recomendo!). 
Meus conselhos para os pais que estao programando viagem com mais de uma criança e ainda nao teve experiencia é: muitos biscoitinhos, talvez um chocolatinho ou balinha como premiaçao no caso de bom comportamento(motiva a obediencia em horas inconvenientes rs) e mais de 1 troca de roupas na mala de maos. Por exemplo: Matteo desde os 3 anos nao usa fraldas e ha mais de 1 ano e meio que nao faz xixi na cama, aconteceu um imprevisto no aviao: acabado de tanto cansaço logo que decolou adormeceu, eu relaxei e quando percebi ,ele estava todo molhado!! Nesse voo, sempre parece acontecer sò com a gente!, a aeromoça me diz que existem proteçao para sentar em cima do assento molhado, mas nesse dia, aviao lotado, sò aquele assento, ela nao tinha a tal proteçao!!! Improvisei com cobertas ,panos ,enfim. E imaginem naquele banheiro cubiculo lavar o moleque, trocar toda a roupa naquele frio absurdo do ar condicionado, ele tremia de frio e sono! Bom, outra dica: panos, trocas etc. 
Se alguém tiver outra curiosidade pergunte que serà um prazer responder e quem sabe ajudar!
Deixo algumas fotos da nossa viagem ao Brasil! E que agora venha a nostalgia nesse frio europeu, hehehe!!

Mamae e eu!
 Cunhadas!
 Batizado Analuisa!
 Lembrancinhas!

 Priminha Marcella!Foto engraçada ,nao fez dodòi nao!


Dia lindo!!

 Padrinho Gabriel e Madrinha Margareth!


 Padrinho Tom


 Marcellinha e Matteo!


Nòs nos divertimos muito!!


Brincando num dia sem sol!


Cunhadinha mais que querida!


Tio Caju e tia Xuxa!


Vovo e Matteo!

Irmaos ,faltou um ainda, rs!


 Familia maravilhosa, adoro!! Ano-novo de mentirinha!!!


Minha sobrinha, quanta emoçao conhece-la e passar esses dias com voce!!!Titia ama muito!


 Ano novo de mentirinha ,rs!Direito a champanhe de verdade!!

 Lanchinho!


Caldo de cana!!!


 Foto tradicional com o vovo!!


 Aniver de criança com as tias!


 Vovò Analu e Analu!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Globalizado desde o berçario!

Falando pela minha geraçao, percebo que nos dias de hoje estamos jà acostumados ao misto de culturas no dia a dia da sociedade. Aprendemos aos poucos a dividir a classe da escola com crianças negras, japoneses, a passar por cima de tabus e beijar na boca de pessoas de cultura diferente, fazer filhos e ser feliz sem preconceito, afinal, o Brasil é maravilhoso por isso, sao vàrias raças e um resultado final.

Infelizmente ainda vejo muitos de nòs, digo de nòs em relaçao a geraçao anos 70/80, com preconceito, seja na hora do transito ao chamar o fulano de "crioulo", seja como forma de superioridade: "aquele portugues", entre outros exemplos afora. Pode parecer banal  mas é ofensivo para quem està da parte de là.

Imagino como tenha sido complicado para a geraçao mais velha da nossa, ali sim tinha muito tabu, muito preconceito com o pròximo e, pensar que o homem "branco" pense ser melhor por nao ter a pele escura!!!!!Que absurdo!!! Mas, a intençao do post de hoje nao è tocar em argumento delicado e polemico e sim, da situaçao que notei desde minha chegada à bota italiana.

Cheguei aqui e achava super diferente encontrar na rua àrabes, mulheres que usam a tunica e  turbantes cobrindo o rosto inteiro(nem a boca para fora!!), negros em Paris sendo finalmente respeitados, misturados e em uma saudàvel convivencia. Quer dizer...aqui na Italia noto que existe ainda muito preconceito, principal culpa està na cara que é do governo que a cada ano torna mais dificil a entrada dos mesmos por aqui. Mas isso tem também uma razao: infelizmente, de uns 5 anos para cà, aumentou o numero de estrangeiros(angola, arabia..) que fogem da pobreza de seus paìses atràs de uma vida melhor e, para isso, passam por um verdadeiro teste de sobrevivencia em alto mar, chegando vezes doentes, quase mortos ou...nao chegam por nao aguentarem a barra...e entao o governo ajuda em habitaçao, alimentaçao e despesas $$.

Passado esses anos de Italia, ja nao acho mais nada de tao diferente dar de cara com um indiano na rua, com um àrabe, ou um chines sorridente, ja faz parte das imagens do meu cotidiano.

Mas para mim foi tudo, digamos, em doses homeopaticas.Fui acostumando até nao dar importancia ao que chamamos de "diferente". (E viva a globalizaçao!).

Agora, pare para pensar: Os meus filhos nasceram jà em meio a toda essa mistureba boa(ou globalizaçao, como quiser chamar...). Quer dizer que para eles esperamos que desde o inicio de suas vidas o pre-conceito seja algo do passado, deixado para tràs.

Me dei conta disso devido a esses primeiros dias na escolinha do Matteo. Fui busca-lo e reparei nos amiguinhos da classe dele: tem um numero maior de estrangeiros do que de italianos, rs. Tem um brasileirinho, tem um africano, tem uma menininha linda da Aràbia, tem um indiano, ah sim, tem algum italiano por là também, hehe. E, ve-los brincando juntos é enriquecedor para a alma, enche de esperança que em futuro saibam colocar esse mundo tao bagunçado no caminho justo para todos.

E voce, qual seu ponto de vista em relaçao a globalizaçao nos dias atuais?!

domingo, 27 de junho de 2010

Brasil na Italia!




Primeira copa do mundo do filhao! Ele olha pra tv e quando ve o Lippi da seleçao italiana diz "vovo"(parece fisicamente com meu pai!) dà um bjo na tv e diz: GOL! Isso pq o vovo brasileiro foi jogador do Santos junto ao Pelé! Coisa de sangue, o Matteo deve sentir isso, sò pode, rs!
Imagine se eu consigo filmar esses momentos, mas to na expectativa de uma pròxima vez estar com a maquina nas maos!
Italia fora, Brasil: Vai que é tua!!!!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Voltamos!


Olà a todos!


Desculpem tanto tempo de ausencia! Retornamos do clima tropical faz 1 semaninha, ainda estou me recompondo, rs.


Matteo retornou mais extrovertido e seguro, comendo melhor e se comportando melhor também, està mais obediente mas ainda faz suas birras, naturalmente.


Estamos à poucos dias dele completar os 2 aninhos! Incrìvel como passa o tempo!


Bem, aos poucos vou me atualizando e tambèm visitando os vossos blogs!


Saudade desse cantinho...

Bjos!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Dando uma de turista..na minha PROPRIA terra natal!

Ir a terrinha e ainda ser entrevistada...ai que delicia!! Me senti realmente turista da minha propria cidade, hehe!

04/09/2006 - Jornal Local -

"História de Joao. Éboli. desperta atenção do italiano Lorenzo N. durante visita à "Fams".
A história do médico italiano J. É., responsável pela construção da casa acastelada sobre o Outeiro de Santa C. – marco da fundação da Cidade -, chamou a atenção do italiano Lorenzo N., que recentemente visitou, pela primeira vez, a "Fams", junto com a esposa, a santista Daphne D. P.;: “Fiquei orgulhoso ao saber que um italiano ajudou no desenvolvimento de uma cidade como Santos”, afirmou Lorenzo, surpreso, também, ao tomar conhecimento, por historiador da "Fams", que esse conterrâneo tornara-se abolicionista, escondendo escravos no porão de sua casa e salvando-lhes a vida. O irmão de Daphne, Gabriel P., já conhecia o local, mas fez questão de levá-los à área do outeiro e depois cumprir o roteiro histórico pelo Centro da cidade, apesar do pouco tempo de que dispunham os visitantes. “A casa sobre a pedra foi o que mais achei interessante, ainda mais quando soube que, em pleno século XIX, um médico foi o responsável pela construção”, conta Daphne, comentando que somente após ter se mudado para a Itália é que veio a conhecer o outeiro, assim como fatos curiosos sobre o imóvel, como o envolvimento de Éboli com o movimento abolicionista. Para quem quiser conhecer mais sobre a história , a casa construída sobre o Outeiro de S.C. ou realizar o roteiro cultural pelo Centro Antigo, pode se dirigir à..."